quarta-feira, 26 de maio de 2010

OLHAI OS LÍRIOS DO CAMPO

Conferindo..
Ver os lírios das campinas
Todos cheios de alegria,
E tantas mãos pequeninas
Sem o pão de cada dia.
(Guerra Junqueira)
“Educar é conduzir a criança para o estado adulto levando em conta que ela será adulta amanhã, em um mundo novo e não no mundo de ontem, ou de hoje! (Osterrieti)

Um ambiente angustiado ou desorganizado leva as crianças a serem nervosas e a terem acesso de raiva. Cabe a família orientar o comportamento dos filhos, quanto às pessoas da família e de estranhos. A presença da família, carinho e amor transforma e ajuda muito na criação dos filhos.
A criança “birrenta”, que se joga no chão, grita e agride está chamando a atenção informando aos que cuidam dela que algo não vai bem. Os problemas de comportamento não estão na criança, mas sim nos pais, parentes e amigos. A criança pede atenção! Observe!
Estes problemas podem surgir quando na família há proteção ou severidade exagerada, péssimo estado emocional dos pais e aplicação inadequada de castigos.
Crianças que furtam, são crianças infelizes, solitárias, sem afeto e ciumentas.
Crianças que batem nos irmãos receberam o mesmo tratamento no seu convívio.
Excessos de crítica, defeitos de autoridade, tornam uma criança “do contra”, que finge não escutar, demora para comer e vestir-se. Ela não consegue controlar suas atitudes diante da própria Vida, portanto, depende da orientação da família,para reconhecer suas necessidades. O assunto é complexo, então podemos começar com meio termo, analisando nossas necessidades e procurando melhorar primeiro o meu Eu,depois partiremos para o mais próximo que é nossa família, nossa casa e logo nossas crianças.
É grande o número de crianças que precisam de amparo, exigindo soluções imediatas. Não cabem só às Instituições ou Governo estas responsabilidades, mas a todos como indivíduos, transformando o Mundo num Bem Viver!
Fatores como baixo poder aquisitivo, carência alimentar, educação precária, favorecem a falta de perspectivas para um futuro melhor de nossas crianças. Ninguém se torna marginal por ser pobre. A desorganização social e familiar é quem coloca o indivíduo à margem da sociedade. A miséria e o desamparo podem gerar violência, ciúmes e guerra.
Então, vamos arrumar nossa casa, soltar as amarras e partir para uma ação mais concreta sempre tendo como base o amor e respeito ao próximo. Assim, homens de boa vontade, poderão pensar num mundo melhor.

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